Terra Oculta


Fórum para dar continuidade ao RPG Terra Oculta - A batalha contra o Profano.
 
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 Introdução.

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Sally
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Terra Oculta: Heitor (Tôr)

MensagemAssunto: Introdução.   Seg Jun 23, 2014 8:35 pm

Agora que eu fechei o tópico do AD para o recebimento de fichas e o RPG já começou, eu precisava de um espaço para postar todas as fichas a serem avaliadas e votadas pelas veteranas. Esse é o objetivo desse espaço, onde postarei as fichas recebidas por MP de agora em diante. Nada além de avaliações e opiniões devem ser postados aqui.
Vou abrir esse tópico do fórum para opiniões de todas os jogadores (novatos e veteranos), de agora em diante todos vocês podem dizer o que acharam das fichas aqui postadas, façam suas críticas e comentários, mas apenas o voto das veteranas será levado em conta na decisão final. Divirtam-se todos sendo "jurados" da Terra Oculta.

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Sally
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Terra Oculta: Heitor (Tôr)

MensagemAssunto: Re: Introdução.   Seg Jun 23, 2014 8:40 pm

lanabanna - Bryan de Tiberivs

Membro:@lanabanna
Aparência: O personagem possui cabelos longos loiros e lisos, os seus olhos são tão azuis quanto o céu em uma tarde de verão, ele também possui traços finos, porém o corpo é forte e definido.


Nome do personagem: Bryan de Tiberivs .
Nível:nível 1
Reino: Nascido e crescido em Hiverfell
Idade: 19 anos
Altura: dois metros e meio
Peso: 80 kg
Gênero: masculino
Raça: Drakennes
Classe: Guerreiro
Armas:


Fraquezas/Defeitos: Os pontos fracos de Bryan não é ele diretamente e sim as pessoas que ele ama, quando alguém a quem ele tem algum laço que considera verdadeiro é ferido Bryan perde o foco e fica desesperado. Tem o péssimo defeito de afastar as pessoas com medo de machuca-las
Vantagens: Bryan é uma pessoa muito observadora o que conta pontos na hora da batalha e um pouco debochado o que deixa seus inimigos bem irritados.
Animal: x
Transformação(Druidas/Drakennes/Bárbaros):


Especialidade (Magos): x
Habilidades (Caçadores/Ladinos;Guerreiros): Bryan é preciso em seus golpes e ágil porém por sua pouca idade não tem a paciência de esperar o momento certo para atacar, isso faz com que ele sofra ferimentos sem necessidade.
Dragão (domador): x
Bordão: Não é a força física que faz um bom guerreiro, mas sim a força da sua vontade e do seu coração
Princípios: Dou um boi para não entrar em uma guerra, mas dou uma boiada para não sair de uma.
Tema:


História: Era uma noite tão fria que doía os ossos, a nevasca havia chegado com tudo, no céu noturno não havia nenhuma estrela a brilhar... nessa noite nascera uma criança que se tornaria uma lenda. Na noite do nascimento de Bryan existia tudo, menos felicidade na casa dos Tiberivs. Daiana de Tiberivs que estava grávida de seu primeiro filho havia pego uma doença misteriosa e avassaladora durando os primeiros meses de gravidez e agora lutava pela sua sobrevivência e de seu filho. O parto durou 9 horas interruptas, quando escutou o choro de seu bebê Maldies de Tiberivs abriu a porta do quarto o mais rápido que pode e chegou a tempo de ouvir as ultimas palavras de Daiana, ela o olhou e ele percebeu que era seu fim, ela estava bonita de um jeito que nunca estivera antes. Daiana usou suas ultimas forças para sussurrar uma única palavra para seu marido “Bryan” então ela se foi, serena e linda com um sorriso no rosto e seu pequeno anjo em seus braços. Maldies fez o ultimo desejo se sua esposa e batizou a criança com o nome Bryan de Tiberivs mas Maldives não consegui amar seu filho, ele o culpava pela morte da mãe então passou a beber e ser mal visto pela sociedade. Bryan cresceu em uma casa que estava sempre escura e fria, cresceu ouvindo que era culpado por todo o mal que havia acontecido a sua família, sofria várias represálias físicas por parte de seu pai sem falar das humilhações principalmente quando o mesmo estava bêbado ( o que era quase sempre). O único carinho que recebia era de sua vizinha Aurora uma humana já em idade avançada, ela fazia bolos de chocolate para ele todo final de semana, foi ela quem o ensinou a ler e escrever além de lhe contar histórias sobre feitos de guerreiros sempre muito incríveis e Bryan sempre se imaginava entre eles. Toda vez que chegava machucado por culpa de seu pai na casa de Aurora ela cuidava de seus ferimentos e dizia “ quando for um grande guerreiro Bryan lembre-se não é a força física que faz um bom guerreiro, mas sim a força da sua vontade e do seu coração”. O tempo passou e Bryan estava se tornando um homem foi nesse momento de ascensão e amadurecimento que Bryan recebeu a pior noticia de  toda sua vida, Aurora tinha morrido! Bryan correu até a casa de sua mãe adotiva e a viu deitada na cama de casal em um quarto que cheirava a mofo, ela estava gelada e o pior de tudo havia morrido sozinha. O guerreiro chorou como nunca havia chorado na sua vida e naquele momento prometeu duas coisas para si mesmo, a primeira era que sairia da casa de seu pai e se tornaria o maior guerreiro que a Terra oculta já tinha visto e a segunda era que não morreria sozinho...


Peculiaridades: Bryan tem dificuldade em dizer o que sente principalmente quando o assunto é amor, ele também tem uma cicatriz no peito de um corte feito com caco de vidro por um homem que queria bater em seu pai porém Bryan entrou na frente, ele tinha 8 anos na época.

Marque com um "X": [X] Eu li e concordo com as regras e punições aplicadas caso qualquer uma delas seja desrespeitada ao longo do RPG

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Sally
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Terra Oculta: Heitor (Tôr)

MensagemAssunto: Re: Introdução.   Sab Jul 12, 2014 8:24 pm

Akiamisakura - Adyla Zander

Membro:@ Akiamisakura
Aparência: não é albina,mas sua pele é branca e delicada como um floco de neve, suave ao toque, sem indicio de problemas com Acne.
cabelos são loiros bem claros,quase brancos,com mechas grisalhas, ondulados nas pontas,lisos na raiz, o corte desfiado permite que as mechas de sua franja lhe caiam quase sempre pelo rosto cobrindo um dos olhos verdes/amarelos e penetrantes da menina, estes por sua vez assumem um tom avermelhado toda vez que ela fica realmente zangada.
possuí lábios levemente rosados que se destacam devido ao tom de pele.
esguia,tem cerca de 1,78 é anemia devido a isso tem extrema magresa,não tem curvas muito acentuadas,apenas leves e delicadas, se quiser comparar, ela deve ter pouco mais que uma maça grande nos atributos superiores e o triplo nos “atributos de trás” , assim como nas medidas gregas de harmonia.
ainda quanto ao corpo, tem a cintura bem marcada por ser magra e a barriga “alongada” dando-lhe a impressão de que e mais alta do que realmente é.
As mãos da menina são delicadas apenas de alguns cortes devido ao Arco, tem dedos finos e compridos que facilitam a manusear sua arma.
pernas assim como os dedos são finas, porém bonitas dando um aspecto leve e frágil a garota, são descoradas e macias ao toque porém resistentes capazes de passar horas correndo.
possui pés pequenos para sua estatura( tamanho 36)coisa que lhe providencia vários tombos.
O sorriso da moça é bonito, com todos os dentes e nem um destes cariados,apesar de ser levemente desalinhado.

Nome do personagem: Adyla Zander, Adyla É uma variante de Adélia, nome que tem origem no germânico Athala, a partir da palavra athal, que quer dizer literalmente “nobre”.
Não tem nenhuma relação etimológica com Adila, um nome de origem árabe, que significa “justa, honesta”.
Nível: 1
Reino: o de origem é desconhecido, mas foi encontrada e adotada por Kole nas ruas de Asgarrard,mas atualmente vivem em Garinia, é meio incomum para um humano viver lá, mas Adyla sendo Adyla nunca escolheria o fácil ou o comum, alem do que as Florestas de Garinia são mais emocionantes.
Idade: tem 21, embora aparente ter bem menos, vista de longe Apesar da Altura se diz que não passa de 17, e olhando o rosto isso se confirma.
Altura: 1,78
Peso: 50
sim ela é bem leve para a altura que tem, mas visto que tem anemia e boa parte dos nutrientes da comida não é absorvido pelo seu corpo não é de se surpreender
Gênero: Feminino
Raça: Humanos
Classe: Rangers
Armas: Apesar de não ser muito bom, Adyla utiliza um Arco, na verdade sua mira é excepcional,mas Adyla não sabe bem como usar o arco...

Fraquezas/Defeitos:
•Possivelmente a Teimosia é o pior de todos os defeitos, nem por ser teimosa as vezes teima apenas pra provocar ou para contrariar,ela gosta de provocar os outros, então nada mais natural que isso, mas muitas vezes contrariar concelhos pode ser ruim se o concelho for bom, e na maioria das vezes (ao menos no caso dela) os concelhos são bons.
a fraqueza corporal devido as doenças também é um grade empecilho, ela pode aguentar muita coisa apenas pelo fato de teimar me não desistir,mas convenhamos, fraca do jeito que é pega em combate corpo a corpo, ou em uma luta sem o "elemento surpresa" ele não passa de uma mocinha segurando uma arma.
Vantagens:
• sua velocidade e agilidade são impecáveis
• ótima escaladora
• Jamais você vai encontrar uma pessoa que minta melhor
• ja ouviu falar naquelas pessoas que parecem ter olhos de águia de tão boa que é a visão?Adyla é uma delas.

Animal:

Arquimedes é uma das Águias guia que foi treinada por ela para ser animal guia do irmão,mas sempre pertenceu a Adyla nunca saia de perto da menina,Arquimedes é seu tesouro Pessoal, ninguém toca na ave a não ser ela,e qualquer ofensa dirigida a Arquimedes é desviada a Adyla,que com toda certeza sera devolvida com 3 vezes mais frieza.
Habilidades (Caçadores/Ladinos;Guerreiros):
• quando não esta explodindo Adyla consegue ser incrivelmente discreta, é como uma sombra andado na noite, você não a vê chegar, não a vê sair não escuta seus passos ou a ouve respirar.
• Sabe tudo quanto ao assunto sobrevivência.

Bordão:
"Tudo aquilo que o dinheiro não pode te dar, você pode roubar."
"Eu preciso fazer tudo, e depois fazer mais!"
"Dê aos Homens o que é dos Homens, e a Mim, o dinheiro deles."
"NÃO ME DE ORDENS!!"
Princípios:
Seja na guerra seja na luta,meus amigos jamais vão ficar para trás
Tema:

História:
Como ja dito acima, Adyla foi encontrada nas ruas por Kole quando este tinha apenas alguns aninhos, não mais de 5, os pais do rapaz concordaram em adotar outra criança, seria ate bom ter outra pessoa para cuidar do rapazinho quando não estivessem perto,chamaram-na de Adyla para simbolizar a esperança que tinham de ter uma criança de coração nobre para cuidar de seu filho cego.
A Alva cresceu cuidando do irmão, mas ela nunca foi responsável,suas brincadeiras consistiam em levar o irmão pra floresta e brincar com ele de esconde esconde,mal sabe ela que isto ajudou tanto ele a desenvolver todos os seus demais sentidos, quanto a ela, sempre se perdiam, não um do outro pois não se afastavam muito,mas sim de casa, ja chegaram a passar uma semana na floresta quando pequenos e Adyla quem cuidou e trouxe de volta Kole em plena saúde sem nem um arranhão, ela sempre apanhava depois desses episódios,mas nunca ligou muito, doía na hora, mas fazer o irmão feliz brincando era muito mais legal, fazia valer a pena.
Sabe quando crianças Kole costumava apelida-la de “tornado” pode-se atribuir este a apelido a sua personalidade também
um furacão de emoções soltas e descontroladas pra gerar o caos seja onde for.
a cabeça da menina vive num constante turbilhão de pensamentos e sentimentos o que a torna difícil de entender-contudo difícil não quer dizer impossível e muito menos bipolar.
ela é Meio hiperativa, preta atenção em todos os detalhes, todos os movimentos todas as palavras, em todos os tons de pronuncia em cada movimento, e absorve tudo rapidamente transformando-os em pensamentos que rodam pela sua mente de forma embaralhada que apenas ela entende,isto, somado ao fato da sua instabilidade e da extrema exigência que ela tem-exigência apenas com os outros é claro, porque ela é um tanto egoísta de mais para exigir de si mesma, os outros a gradam e não o contrario- Cada movimento e cada palavra, um olhar torto, uma entonação errada qualquer erro pode mudar completamente o jeito que ela age, da mesma forma uma palavra correta a faz desabar ou a encoraja depende do contexto. Por isso posso dizer com confiança que sua personalidade é bem volátil e instável é uma bomba cheia de fios, um corte certo e ela se acalma, um corte errado e explode.
quero lembrar que apesar de tudo ela é uma calculista nata,estrategia e a logica são seu ponto forte, tomado isso como certeza e fundamento de todas as suas ações ela se torna bem cautelosa,dificilmente age por impulso sem pensar e sempre procura desconfiar das pessoas ate receber provas concretas de confiança,do contrario você entra na lista de obstáculos, ela vai sem te deixar pra traz assim que tiver a chance,porque não liga pros outros,porém quero deixar claro que apesar de tudo ela não é uma pessoa infiel,aos merecedores ela apesar de mentir não os trai, jamais trairia os amigos por mais chatos que sejam,contudo estes muitas vezes por não a compreenderam se afastam, e devido a tantas magoas e afastamentos tornou-se difícil entrar em seu circulo da amizade.

se entedia muito fácil, logo esta sempre a procura de novas aventuras,Não vê graça numa vida sem desafios, cheia de energia, é ativa e decidida, uma lider nada, que detesta assumir a responsabilidade de liderar, contudo, ser teimosa é seu maior defeito.

bem mas voltando agora a historia…Anos mais tarde, precisamente aos seus 17 anos, os pais faleceram, não por fome mas sim doença então ela se mudou com Kole para longe dali, construirão juntos uma casa perto da floresta Garinia, Alias não foi perto, foi no inicio da floresta, vivem la ate hoje.

Peculiaridades:
• Adyla treinou todos os animais guias de Kole
• costuma passar o tempo Usando Arquimedes para roubar coisas.
• Na verdade não tem nada muito especial que ja não tenha sido dito...

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MensagemAssunto: Re: Introdução.   Sab Jul 12, 2014 8:26 pm

Akiamisakura - Kelo Zander

Membro:@ Akiamisakura
Aparência:
é forte,mas não exageradamente, dotado de músculos definidos, mas não exageradamente, quando olha o rapaz nota-se que é forte,mas sem ter a impressão de que tenta ser, digo, não parece que ele costuma se exercitar sempre para ser assim, o que, não é em si mentira, Kole sempre esta se exercitando, seja fazendo tarefas de casa, seja caçando, mas nunca para se tornar forte.
seus olhos não passam de branco, sem iris, ele já teve iris na verdade, mas é cego de nascença, contanto já chegou a enxergar,Maldição de uma bruxa(historia explicada abaixo) esta lhe deu a visão por 3 dias, depois a tirou levando consigo as iris,mas apesar disto Kole mantem quase sempre os olhos abertos. Em volta do olho direito, ele tem uma tatuagem, alias ele tem tatuagens brincos e pircings por todos o corpo.
seu corte de cabelo ruivo, raspado nas laterais e comprido em um todo, jogado quase sempre para traz,não porque ele quer, mas porque quem corta é Adyla, e ela gosta assim.

Nome do personagem:
Kole Zander
Nível: 1
Reino: originalmente vindo de Asgarrard foi onde conheceu e adotou Adyla como irmã, ms atualmente vive em Garinia
Idade: 26
Altura: 1,87
Peso: 87
Gênero: Masculino
Raça: Humano
Classe: Druida-Feral
Armas: Apesar de uma dia ser uma ótimo manejador de adagas, atualmente opta por uma Cimitarra, esta sendo fina e leve facilita seu manuseamento, e Como só o que Kole quer atual mente é Auto-defesa ela é perfeita

Fraquezas/Defeitos:
• Ele é cego...
• tem o coração mole, o que pra ele é uma fraqueza
Vantagens:
• seu físico é extremamente forte e resistente
• Seus sentidos são apurados
• Apesar de cego, Kole sabe se virar muito bem sozinho, ele tem todos os outros sentidos bem apurados devido a perde de visão
Animal:
ele tem vários, como cego conta muito com animais para guia-lo apos dar Arquimedes a Adyla Kole treinou Safira, seu Falcão, para Guia-lo em batalhas, aprendeu a seguir seu cantar para esquivar-se dos ataques.

Tem Também um Lobo guia par Andar por dentro de casa, com sua originalidade o chamou de "bob"

ele tem também um furão, um gato e uma tartaruga, e cuida de todos com toda delicadeza possível,mas estes o guiam mais em casa
Transformação:
Kole gosta de se transformar em logo, falcão ou furão, assim ele pode se defender, voar e fugir respectivamente se for preciso.



Bordão:
"As pessoas costumam achar que minha cegueira é minha fraqueza, quando na verdade ela é meu coração"
Princípios:
Tente não amar, tente não ajudar, é inevitavel mas jamais deixe de tentar.
Tema:

História:
Bem Kole sempre foi cego, mas quando pequeno contava com a ajuda dos pais pra se guiar. Apesar de seus sentidos sempre terem sido bem apurados, os pais nunca o deixavam andar sozinho,certo dia andando com os pais na cidade, Kole ouviu um pequeno choro,se soltou dos pais e simplesmente saiu correndo na direção do choro, Kole sempre foi muito protetor,com os pais e com os seus brinquedos(ele sempre conversava com eles, ja que não tinha amigos de verdade), então ouvir alguém chorando lhe causava vontade de ajudar, em fim, ele correu na direção do choro e seus pais foram atras, acharam uma cestinha com uma bebe ali, na cestinha vinha um bilhete escrito para Adoção, então Kole simplesmente passou 2 horas e 37 minutos sentado na calçada abraçado com o bebe recusando-se a sair dali sem ele, e no fim os pais concordaram com a condição de que a criança seria sua nova guia, coisa que muito futuramente resultou em um exercito de animais para guia-lo por ai e os sentidos duplamente mais apurados e trabalhados.
uma certa vez chegou a fazer um acordo com uma bruxa, um item precioso que ela queria em troca de visão, ele ate deu o item,mas ela se zangou 3 dias depois já que ele trouxe o objeto da cor errada e lhe tirou a visão logo depois
Não sei dizer ao certo os motivos, mas apos a morte dos pais Kole insistiu em se mudar,talvez pela tristeza de viver na mesta terra mesma casa e sempre se lembrar dos pais
O ruivo é uma pessoa Amável em grande parte do tempo,sendo o máximo expressivo o possível, curioso e distraído, tendo uma grande dificuldade de concentração, ele costuma ficar sempre atento aos seus sentidos, então quando precisa fazer algo, se torna meio desconfortável desliga-los para se concentrar no que faz.
Sempre de bom Humor Kole é daqueles que adora falar, mas não com qualquer pessoa o Ruivo é tímido, então antes dele falar com você, ele vai se fechar ate ganhar intimidade suficiente.
Extremamente protetor ele daria a vida pra manter em segurança as pessoas que gosta sem pensou duas vezes, extremamente fiel e confiável,mas não muito responsável,mas acho que é isso que lhe da o charme que tem.
Ao contrario da Irmã, não é uma daqueles lideres que as pessoas seguem por que impõem a vontade deles nos outros, mas sim daqueles que naturalmente e suavemente apenas faz com que os outros os sigam e obedeçam pelo seu modo de agir e pensar,aquele tipo que domina a maiores feras com o jeitinho que tem. Kole pode ter uma cara de mau por fora,mas não passa de uma ursão querendo abraçar.Agora diga-me acha que alguém assim tem capacidade de se tornar um frio assassino?

Peculiaridades:
•Adotou Adyla como irmã

•é cego mas ouve muito bem, costuma lutar com ajuda de sua Águia de estimação, ela é treinada para alerta-lo do perigo.

•toca flauta

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MensagemAssunto: Re: Introdução.   Qua Jul 30, 2014 4:57 pm

Citação :
Membro:
@
Kayzah

Aparência:
Madeixas longas de um intenso castanho claro caiem sutis e lisas até a altura da cintura, onde as pontas enrolam-se quase que imperceptivelmente, dando vida e forma, tomando tons dourados ao refletir o brilho cálido do sol. Contrastam com uma pele alva, imaculada e macia, em conjunto com lábios de igual delicadeza e de tom róseo maior que as maças pálidas do rosto.
Olhos semelhantes aos de sua progenitora e genitor; dourados como um anel do mais impecável ouro, salpicados de um âmbar ainda mais vivo ao redor da pupila, rodeados por grossos e compridos cílios superiores, porém delicados e finos inferiores. Sobrancelhas impecáveis - apesar de serem de longe feitas, modelam mais delicadamente seu rosto, seguindo por um nariz curvilíneo perfeito.
O rosto oval dá ênfase à delicadeza de seus traços e seguem por um pescoço ainda mais pálido pelo difícil acesso do sol ao local. A clavícula é ossuda e os seios fartos sem sinal de exagero. Ombros delicados fazem par com braços um tanto musculosos para uma figura mediana e de face delicada, por culpa das horas excedentes em treinamentos brutos, arremesso de lança e caçadas.
Poucas e boas cicatrizes lhe preenchem o tronco, a batata da perna direita e até mesmo a lateral esquerda do pescoço, onde a cicatriz de um corte esconde-se pela cascata de cabelos castanhos claros.

Nome do personagem:
Alis. - por não ter conhecido sua família, não possui um sobrenome, apenas o primeiro nome que ganhara no Orfanato, escolhido, aliás, de um dos livros os quais se perdia lendo.

Nível:
Nível Um.

Reino:
Nasceu no continente de Elwyn, nos arredores de Agralon - ou pelo menos é no que se acredita; que Alis nascera em uma vila próxima do reino e que após a morte de sua mãe, fora mandada para um orfanato. Atualmente está no continente de Turl’oko, na cidade de Whatarih para completar seus estudos de astronomia. Por anos vivera trocando de cidade e conhecendo dos demais continentes, reinos e raças. Alis nunca tivera um lugar fixo estabelecido, mas, por hora, Whatarih é sua casa.

Idade:
73 anos de idade, embora aparente seus 22 perfeitamente, não só pela aparência conservada, mas também pela personalidade e porte.

Altura:
1.67 de altura em sua forma humana, porém 1.90 em sua forma normal.

Peso:
58kg.

Gênero:
Feminino.

Raça:
Centauro.

Classe:
Ranger.

Armas:
Uma lança com pontas afiadas de ambos os lados, sendo um determinado lado, composto por três, onde símbolos de seu povo e sua terra são gravados com ouro. O lado da lança que contem apenas uma ponta é onde Alis embebida seus venenos, em geral apenas para atordoador ou dar alucinações ao adversário. A outra, no entanto, é usada para o abate.

Fraquezas/Defeitos:

Centauro.
✔ O problema de Alis em batalha é quando se encontra em sua forma de Centauro e seu adversário é bem menor do que o esperado. Por ter aproximadamente dois metros de altura, acaba se tornando um alvo fácil na terra.
✔ Encontra maior dificuldade em combate com arqueiros.
✔ A lança não permite arremessos tão longos quanto um arco.
Humana.
✔ Menor agilidade.
✔ Menor Força.
✔ É totalmente vulnerável ao ataque de longa distância.

Vantagens:
Centauro e Humana.
✔ Apesar dos problemas como Centauro, ganha força e velocidade imbatíveis, facilitando seus desvios aos ataques e tornando seus próprios mais eficazes.
✔ Em sua forma humana, não há quaisquer dificuldade em combates corpo a corpo. Manuseia lanças com facilidade e em seus arremessos, quase nulo foram os fracassos.
✔ Acaba por ser seu próprio meio de locomoção por causa de sua forma meio humana e meio Pégaso e por causa dela, também encontra uma maneira muito eficaz de escapar quando necessário.

Animal:
Um Guepardo chamado Zirtay de três anos de idade o qual auxilia Alis em suas batalhas e caçada sempre que possível. Chega aos aproximados 115 km/h em velocidade máxima. Zirtay fora um dos animais que Alis domou ao longo dos anos. Sendo esse, de todos os outros, o mais leal.

Transformação(Druidas/Drakennes/Bárbaros):
x-x-x

Especialidade (Magos):
x-x-x

Habilidades (Caçadores/Ladinos;Guerreiros):
x-x-x

Dragão (domador):
x-x-x


Bordão:


❝De que adianta olhar para as estrelas, encantar-se com o que está sobre sua cabeça, quando não fazes a menor idade do que está sob seus pés?❞

❝A única semelhança que vejo entre nós e as estrelas é a morte; apenas as estrelas mais brilhantes permanecem no céu por uma pequena eternidade, se comparada ao universo.❞

Princípios:
❝Ordem. Conhecimento. Respeito. Dignidade. Sabedoria. ❞

Para Alis tudo é questão de absorver, se nada pode aprender-se com o que está fazendo, logo ela o descarte, e parte em busca de um propósito maior que lhe gere conhecimento. Como todo Centauro, ela acha que o mundo é feito de equilíbrio e que além das estrelas existe algo maior do que o imaginável; o desconhecido. E, querendo ou não, é o lugar onde quer e sabe que um dia irá alcançar.

Tema:


História:

Ébaro:
 

Setenta invernos passados uma Centaura corria desnorteada pelos arredores de Agralon. Trazia sobre os braços frágeis, enrolado em diversos panos, uma criança de mesma espécie cujo destino se tornaria concreto logo ali. Já não era recém-nascida, de longe estaria crescida, mas ainda era frágil, fraca e dependente da mãe; Ariadne, que por desventura já não se encontrava em boas condições para prosseguir. Tivera corrido por quilômetros atormentadores e adentrado a floresta tenebrosa que rodeava os arredores do reino na busca de um melhor refúgio. Não se perdera, nem poderia. Sabia as rotas, caminhos, passagens, mas lhe faltava força maior para a conquista e as asas encontravam-se quebradas.
De fato, jamais ficara claro o que levara Ariadne ao teu final estado, e, de certa forma, tornou-se um fato irrelevante ao passar dos anos. O que acontecera depois disso, no entanto, fora algo mais vistoso.
Pouco se sabe o que separa o mundo espiritual do material, mas, no básico, o lugar onde Ariadne se encontrava era repleto das mais diversas crenças. Dentre elas, a adoração de uma vila por um espirito em particular; Ébaro Manssur, que em vida fora curandeiro, um homem de gentilezas e humildade transbordada e que após sua morte, ganhara um templo como homenagem e adoração por todas as boas atitudes que fizera enquanto era vivo. Lembrava em muito a aparência de uma mulher pelos delicados traços da face; os longos cabelos brancos e os olhos azuis gelo. Ao longo dos anos, o espírito de Ébaro ganhara certo poder espiritual, tão longe de um Deus, mas grande o bastante para que continuasse suas ajudas; trazendo paz de espírito para os que rezavam para ele, ajuda na saúde, melhoria na vida, sucesso e em alguma das vezes, invadia os sonhos alheios para lhe passar mensagens subjetivas, guiando-os.
Ébaro nunca tivera poder para salvar Ariadne. Ele não era Deus, era apenas um espírito que auxiliava os mais necessitados. Ajudava com a saúde sim, mas não era capaz de conceder milagres e o estado debilitado de Ariadne já não era algo que ele poderia converter, por mais que desejasse. Ele ouvira as preces de Ariadne de bom agrado e pela persistência a qual a Centaura o clamava, apareceu; em sua forma aquosa, cabelos parecendo algas marinhas e a face bela de uma mulher. Das diversas coisas que imaginava que Ariadne fosse lhe pedir, surpreendeu-se com o simples pedido de que levasse a criança consigo, dando-a um lugar seguro. Ainda atordoado com o recente e distinto pedido, ele concordara, mais uma vez cego em sua generosidade.
Despedira-se de Ariadne sem dizer uma única palavra. Guiara a Centaura para o plano espiritual como sempre fazia com os demais espíritos dos viajantes e os que chamavam por si. Por fim, ainda tinha algo importante para fazer; cuidar da pequena Centaura cujo Ariadne o tinha deixado o encargo.
Longe de conseguir cuidar de uma criança, Ébaro teve de pensar em algo apropriado para ambos. O plano espiritual fundia-se ao material apenas naquela região, onde a fina camada do solo sagrado o permitia certos tipos de feitos. Obviamente, ele não conseguiria acompanha-la em jornadas mais longínquas. Por duas semanas ele cuidara da Centaura por si só. Fora no final de uma Primavera que as coisas começaram a mudar, quando Ébaro comunicara um velho amigo, de quando ainda era vivo, para que viesse até a vila, lhe pedindo um favor.
O amigo mais antigo que Ébaro tinha era um Planador. Com asas brancas que abertas alcançavam os dois metros e uma sabedoria de séculos de existência, ele deixara a Centaura com a criatura, no dever de leva-la até Agralon e deixando-a aos cuidados de um orfanato, onde provavelmente conheceria de sua espécie e onde, também, Ébaro não conseguia se aproximar. Quando ela chegasse a uma idade mais avançada, teria condições de se decidir por si só se correria atrás de seu próprio povo, permaneceria nas terras onde a genitora morrera ou partiria dela para longe.
Ela chegara ao Orfanato no início do verão e permanecera nele durante muitos outros, onde conhecera os da sua própria raça e diversas outras. Compartilhara de sua própria cultura e história, além das histórias das demais espécies. O Orfanato acabara sendo um excelente lugar para conhecer sobre os povos distintos, lugares esquecidos, culturas, mitos e lendas. Fizera boas amizades, jamais fora adotada, toda via, divertia-se com a biblioteca e os estudos, onde passou vinte longos anos focada e recebera o nome de Alis.
Tornou-se uma exubera artista logo cedo. Aos vinte e um sabia mais sobre astronomia do que os tutores que lhe davam aulas. Exatamente como os de seu povo, Alis tinha uma cega paixão pelo assunto e vez ou outra se arriscava em astrologia, discutindo sobre assuntos espirituais em muitos dos casos. Era determinada, curiosa em demasia, sem um pingo de vaidade, mas faminta por conhecimento e almejava explorar todos os continentes e reinos.
Generosa, porém com uma pitada minúscula de ambição. Se há conhecimento envolvido na troca, Alis sabe negociar melhor do que ninguém. Começou um projeto de criar um Astrolábio aos vinte e seis; um instrumento em forma de disco, usado para encontrar latitude e medir o tempo mirando estrelas. Marcava em um diário as épocas em que chuvas de meteoro apareciam e deu nome para muitos deles. Aos trinta e um decidira sair da agitada Agralon para passar mais alguns anos estudando outros continentes.
Oferecia seu vasto conhecimento nas estrelas como forma de navegação, de forma que nunca se perdia. Pegava carona em navios comercial, e algumas vezes – rara, preferia ir voando. Como os lugares eram muito distantes um do outro, as viagens acabavam muito cansativas ou simplesmente, muito demoradas e Alias via-se obrigada a oferecer seu conhecimento em troca de locomoção.
Começou pelo que já estava; Elwyn. Passou por Kalimdor, mas ficara por pouco tempo e conhecera apenas dois dos reinos mais antigos. Em seguida, partira para Turl’oko, onde permanecera até os tempos remotos. Passara bons anos sujeita a viver da floresta, onde ganhou amplo conhecimento de fauna e flora, além de ter se apaixonado pela forma em que vivia. Por causa dos longos na floresta, focara-se por algum tempo em Arboricultura e sobrevivência.
Alis é perita em sobreviver com pouco, mesmo nos estados mais críticos. Famosa em colher bugigangas alegando que elas servem para alguma coisa ou uma nova invenção. É boa em criar armadilhas, mas vive um pouco no munda da lua, de forma que em certos momentos, precisa de um sacode para ter os pés de volta ao chão. É o tipo de pessoa que se perde no tempo e no espaço quando uma idéia sobe à cabeça e possui uma criatividade invejável.
Odeia ser tratada como se precisasse de cuidados especiais ou fosse tão delicada quanto um espelho. Pode ser que sua aparência deixe a imaginar que precise, mas, de longe Alis gosta de depender de alguém. Orgulhosa como ninguém, ela prefere a ponta afiada de uma lâmina do que a ajuda de um desconhecido, e dependendo do caso, até mesmo um sujeito semelhante.
Ainda na floresta, tinha de utilizar pedras, galhos e criar suas próprias armas para matar e caçar, ainda que fossem subdesenvolvidas comparadas as da capital. Muitas das vezes conseguia ajuda de um animal o qual domava, como o Guepardo que a acompanha em tempo integral. Obteve uma incrível facilidade com lanças que ela mesma fazia para pesca e caça, além das armadinhas e atualmente está no topo da lista de suas armas preferidas, embora também saiba manusear espadas e tenha certa facilidade com arcos.
Três anos atrás largara a floresta para se juntar a sua raça em Whatarih, no continente de Turl’oko, onde aprimorou seu conhecimento e expandiu seu conhecimento. Atualmente está cogitando uma nova viagem para o continente Oeste; Litrhin. Ouviu recentes histórias sobre o reino de Garinia e sentiu certo desejo de conhecer os Drakens o qual ouvira histórias fascinantes.

Peculiaridades:
✔ Possui a estranha mania de guardar bugigangas e cacarias em uma bolsa de couro a qual sempre carrega consigo. Só os Deuses sabem o que Alis pode guardar lá dentro.
✔ Sempre inventando alguma coisa nova, a Centaura é uma criativa e eficiente inventora.
✔ Possui um caderno de rabiscos onde esboça suas invenções antes de cria-las.
✔ Está sempre fazendo novos estudos sobre astronomia. Há um caderno em sua bolsa somente sobre isso.
✔ Usa o Astrolábio o qual inventou como colar. Ela criou um segundo mais tarde, para seu povo em Whatarih e os presenteou, recebendo em troca a lança o qual utiliza hoje em dia.
✔ Doda do mundo da lua, de vez enquanto é normal que Alis não escute metade do que as pessoas estão falando e se perca na conversa.

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MensagemAssunto: Re: Introdução.   Qua Set 03, 2014 1:02 am

Como a ficha foi enviada pelo Driver eu não consegui pegar as imagens xD Então vou deixar o link do Driver no final do post.



Membro: @ReviNery.

Aparência: Com pele bronzeada, Ulriq se destaca entre a maioria dos planadores que costumam se manter, de certa maneira, exageradamente pálidos. Outra característica dos planadores que falta no jovem é algo que indique bravura ou delicadeza, pois são adjetivos imperceptíveis ao se olhar para a aparência robusta, porém desengonçada do planador.
Os olhos são de origem calma e tímida, tingidos num verde oliva que passa a sensação de intimidade e paciência, a última sendo facilmente descomprovada a partir de algumas singelas conversas. Os cabelos que servem como uma melhor representação da personalidade do jovem, vermelhos, puxando para algo que lembra o vinho, são inquietos e impertinentes, pois sempre estão esvoaçados juntos do vento assim como o dono.
As asas de Ulriq são bem exóticas, não lembrando um animal em específico, mas sim uma flor. O lírio que cresceu nas costas do jovem é característico de certas fadas numa região sulista de Palon, onde os planadores são muito próximos das plantas e, consequentemente, são caracterizados como parte delas. O lírio é gigantesco, por conta da altura do garoto, e composto por quatro pétalas tingidas em um misto de rosa e branco, sendo que cada uma das pétalas funciona como uma das asas.

Nome do personagem: Ulriq Arundel.

Nível: 1.

Reino: Nasceu em Palon, sendo filho de planadores, mas cresceu e se instalou em Gungamet com humanos após ter sido “abandonado” por seus verdadeiros pais.

Idade: 18 anos.

Altura: 1,81m.

Peso: 69kg.

Gênero: Masculino.

Raça: Planador.

Classe: Warg.

Armas: Um arco acompanhado de uma aljava que recebeu de seu pai Adam, um ferreiro. A qualidade do arco é questionável, mas isso é compensado por sua enorme beleza ao juntar a cor um tanto amarelada da madeira com o azul das excêntricas penas que enfeitam a arma. As penas que envolvem o equipamento, inclusive as flechas, possuem um valor especial para o jovem, por conta de serem a única lembrança de sua mãe planadora, Elsie.
Algumas flechas possuem uma certa luminosidade que as torna indistinguíveis durante a noite, logo são ótimas para pedidos de socorro e marcação de território.

Fraquezas/Defeitos: Infelizmente, o jovem ainda não se acostumou ao fato de possuir asas então, em alguns momentos, age como se elas não fossem parte dele e acaba por se machucar ou se confundir, já que não é o melhor exemplo de sagacidade. Também não é habilidoso e paciente o suficiente para persistir na melhor maneira de se utilizar seu arco e, na maioria das vezes, acaba se complicando no combate. Sua impulsividade também pode vir a se tornar um problema nos momentos mais difíceis, seja fora ou durante o combate.

Vantagens: Carismático por sua maneira um tanto infantil e impulsiva de manifestar, Ulriq consegue evocar uma certa simpatia por parte das pessoas que o rodeiam, fazendo com que elas tenham uma certa vontade de protegê-lo. Também é relativamente furtivo, podendo se esconder por multidões e florestas, principalmente, com a ajuda de suas habilidades Warg. Além de que possuí um vigor incrível, podendo correr ou voar razoavelmente rápido durante tempos absurdos.

Animal: Ulriq possui um camaleão de estimação chamado Rhoan. Sendo um Warg, Ulriq sempre faz uso da visão e camuflagem de Rhoan em momentos cruciais.

Transformação(Druidas/Drakennes/Bárbaros): X.

Especialidade (Magos): X.

Habilidades (Caçadores/Ladinos/Guerreiros): X.

Dragão (Domador): X.

Bordão: “Sorte, é tudo que tenho. Eu não tenho mira pra usar arco e flecha.”

Princípios: Durante seu treino solitário como Warg, Ulriq passou a acreditar firmemente que as pessoas são simples reflexos da natureza, logo tem como matéria prima a mudança. O jovem compreende todo ser vivo como suscetível a mudanças, consequentemente admite sempre que o perdão é de extrema necessidade.

Tema: Red Face - Lucy Rose.
(Link: https://www.youtube.com/watch?v=tLVdbFt-psg)

História: Quando começou a se entender por gente, Ulriq já vivia em Gungamet com dois humanos. Nunca chegou a questionar o porquê de ser tão diferente dos pais, afinal não carregava nada de tão diferente além dos cabelos vermelhos, já que ambos os parentes eram morenos. Ouvia alguns vizinhos comentarem, quase sempre, sobre como era um filho ilegitímo e que provavelmente tinha sido adotado, mesmo que Anya, sua mãe, estivesse grávida pouco antes de chegar na cidade com o garoto.
As complicações reais se iniciaram quando Ulriq completou quinze anos e suas asas começaram a se manifestar. Na verdade, não foi uma coisa tão rápida. As asas, na verdade, estiveram ali o tempo todo, entretanto existia certa insistência por parte do organismo em torná-las menos acessíveis e, em tese, as mesmas estavam seladas por conta da falta de vivência do garoto com outros de sua própria espécie, assim elas passaram a se manifestar em lentos estágios.
O primeiro foi um estranho bulbo minúsculo que perfurou, de dentro para fora, a pele de Ulriq durante a noite. O alvoroço dos pais, que não tardaram em analisar o bulbo, foi gigantesco o suficiente para que deixassem o garoto dentro de casa durante alguns dias, constatando que, a cada noite, o bulbo aparentava crescer cada vez mais, como se estivesse esperando o momento certa para dar à luz para uma flor que previam como sendo gigantesca.
E aconteceu menos de um mês depois, um gigantesco lírio de quatro petálas com cores mistas entre o rosa e o branco. Foi inevitável e, sem dúvidas, Ulriq era um planador e aqueles com quem vivia não eram seus pais, infelizmente. Inicialmente, pensou em fugir para procurar seus parentes de sangue, mas desistiu por não achar correto abandonar os pais adotivos e sequer podia ficar revoltado com os mesmos, eles não entendiam o que estava acontecendo. Pelo jeito, em algum momento Anya havia encontrado uma planadora grávida e, ao acaso, acabaram trocando as crianças sem motivos.
Foi então que Morel, o pai humano de Ulriq, sugeriu que o garoto voltasse para sua cidade natal, fazendo-o prometer que voltaria não importa o que acontecesse. O jovem planador concordou, partiu em direção à Palon carregando nada além de um número mínimo de roupas e comida. O caminho foi de extrema produtividade, pois foi andando por ele que descobriu a incrível ligação que possuía com a natureza em geral, principalmente com o Rhoan, seu camaleão, que quase instantaneamente lhe seguiu como se estivesse na procura por uma amizade, nascendo ali uma conexão que planejava perdurar.
Do outro lado da caminhada, Ulriq encontrou Palon. Ficou impressionado com a diferença entre o reino dos planadores e o dos humanos, embora ambos fossem de extrema beleza. Não tardou em iniciar a busca por seus pais, estava animado para entender como os mesmos haviam passado todos esses anos sem ele. A felicidade durou apenas o tempo de procura, bastou Ulriq descobrir que seu pai se chamava Adam para ouvir a velha senhora dizer que ele era, atualmente, casado com sua segunda esposa já que a primeira havia morrido. O nervosismo tomou conta de todo o corpo do jovem, até mesmo as asas se tornaram cabisbaixas.
Felizmente, não desistiu. Adam era realmente uma ótima pessoa, mesmo possuindo um semblante um pouco triste por descobrir que perdera um filho por tanto tempo. O homem foi extremamente acolhedor, assim como Laika, sua nova esposa, e os quatro irmãos que Ulriq acabara de descobrir que possuía. Meses acabaram se passando, o suficiente para Ulriq descobrir que um ano havia se passado para lembrá-lo que deveria voltar para sua casa em Gungamet, mesmo que fosse contra os desejos do pai que podia passar a ver todos os dias depois de dezesseis anos.
Antes da saída do jovem, Adam, como um ferreiro, entregou ao filho um arco que dizia ter um certo valor sentimental, deixando desconhecido para Ulriq o fato de que os enfeites no arco haviam sido feitos com uma pequena parte das flores que uma vez foram as asas de sua mãe, Elsie.
A volta para Gungamet foi, estranhamente, menos pacífica ao ponto do jovem planador se sentir obrigado a, primeiramente, aprender a utilizar o arco contra os diversos contratempos que teve. As habilidades de Warg se entrelaçaram com o quesito de mira, fazendo com que Rhoan se torna-se de exímia utilidade para quando Ulriq estivesse procurando um ponto no qual não podia encontrar por si só. O garoto se encontrou como uma pessoa que podia batalhar naquele momento, assim passou a treinar logo que chegou na casa de seus pais que tanto considerava.
Tempo depois, quando já estava reunido com seus pais adotivos e um tanto quanto deslocado no quesito de batalha, tirando o fato de que tudo ainda mantido era a habilidade de correr e se esconder, acabou por receber um chamado de Lafontelle em seus sonhos e ficou assustado em saber que teria de enfrentar batalhas novamente. Não tinha ideia do que poderia fazer além de utilizar aquele precioso arco e, talvez, tentar evoluir suas habilidades Warg? Mas nem ao menos conseguiria, não possuía um mestre e nem grandes iniciativas. Infelizmente, não tinha tempo para pedir que os gigantes parassem para que começasse a treinar.

Peculiaridades: Ulriq possuí duas marcas de nascença brancas: uma em forma de lágrima na bochecha esquerda e uma no pescoço que relembra a família a qual sua mãe pertencia, a marca consiste em uma suposta lágrima, simbolizando o bulbo das plantas, que dá espaço para as duas asas que seguem simetricamente para a esquerda e direita.
Os dois brincos que carrega em uma única orelha são lembranças de seus pais adotivos e são feitos âmbar.
Tem uma grande dificuldade em se relacionar com outros planadores já que desconhece sobre a maioria dos tópicos em relação a própria raça.

Marque com um "X": [X] Eu li e concordo com as regras e punições aplicadas caso qualquer uma delas seja desrespeitada ao longo do RPG.


Link do docs: https://docs.google.com/document/d/1FCXxbfSWNbCiFOntfwWvQW7HeNaTzDo7UjviisPpKk8/edit

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